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Reflexão de 1º de Maio: Os desempregados que o partido ‘dos trabalhadores’ deixou como herança

O partido que carrega no sobrenome o que seria a garantia de uma retaguarda para brasileiros que diariamente labutam pela sobrevivência, deixou uma herança de mais de 13 milhões de pessoas sem posto de emprego.
Por Marcelo Jorge - 01 De Maio De 2019, 04:17 PM


Celebrar o dia do trabalho sem trabalho, é coerente?
Certamente a resposta é não. Pois as atuais críticas à politica de investimento na geração de emprego e renda bem como as demandas comuns ao setor - que devem legitimamente passar pelos compromissos assumidos pelo Governo Jair Bolsonaro -, não podem no entanto e nem devem ser atribuídos a este.

O partido que antecedeu o atual governo – culminando com o período Temer, aliado e inclusive vice na chapa da ‘impeachada’ Dilma,- e que trazia como sobrenome ‘DOS TRABALHADORES’, entregou o país com os mais altos índices de desemprego da história. Ao longo de 2015 tanto a inflação quanto o desemprego aumentaram de forma rápida e forte. O desarranjo das contas públicas, a alta do dólar e o choque da recuperação das tarifas dos preços administrados levaram a aumento na inflação. A recessão tem continuidade e se aprofunda, impactando a taxa de desemprego. Resultado? Temer (continuidade do Governo do PT), deixou o pais com quase 14 milhões de desempregados.

Um detalhe que chama a atenção é que, se fosse verdade o discurso de esquerda de que o partido do ex presidente e hoje presidiário Lula reduziu os índices de miserabilidade da população, porque em tão pouco tempo os pedintes, os necessitados, os sem ocupação, sem terra e outros “sem” se proliferariam tanto e por todo o país? Cinco meses de um novo governo, certamente não foram os responsáveis pelas mazelas que se assistem agora mas, ao contrário, vem sendo um governo austero e que revela o que muita gente sabia mas não via: os “empregados” aos ‘montes’ estavam de fato nas estatais, em ministérios e secretarias desnecessárias e agora enfim extintas e muitos sequer sabiam que estavam ‘empregados’, pois sequer compareciam aos seus ‘empregos’, mesmo que os contracheques provassem sua existência.

E o PT ainda criticou a reforma trabalhista? E agora, a reforma da previdência também não é necessária?
Ao que parece a única reforma necessária para o PT é a reforma na pena do Lula...

Este 1º de Maio, dia do trabalho ou do trabalhador, serve sim como reflexão para o nosso país compreender que novos caminhos precisam ser percorridos com honestidade, coragem política e força de vontade, porque o caminho anterior não nos conduzia à uma saída, mas a um poço.

O que se deve perceber também é que não se percorre este caminho sem pisar em espinhos, deixados para trás por que não tinha compromisso com a coletividade e que a mudança sempre vem carregada de dúvidas, mas deve ser permeada por esperança, afinal não sabemos o que há por detrás da montanha, mas nem por isso devemos nos deter, se assentando à beira do caminho para lamentarmos o hoje.

Certamente construiremos um amanhã melhor. Mas comecemos hoje.


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