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Imagem: Assessoria

Comissão aprova requerimento de Fernando Rodolfo convidando corregedora do SDS a explicar auditorias

As auditorias foram usadas para abertura de inquérito contra a delegada Patrícia Domingos, titular da Decasp quando foi extinta, em novembro passado.
Por Marcelo Jorge - 14 De Agosto De 2019, 10:12 AM


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou hoje (terça, 13) requerimento do deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) convidando a corregedora geral da secretaria de Defesa Social (SDS), Carla Patrícia da Cunha, a explicar auditorias na extinta Delegacia de Polícia de Crimes Contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp). As auditorias foram usadas para abertura de inquérito contra a delegada Patrícia Domingos, titular da Decasp quando foi extinta, em novembro passado.

“Há auditorias que vêm desde 1980, quando Patrícia Domingos sequer era nascida”, declarou Rodolfo, para quem a instauração de processo administrativo contra a delegada configura “clara perseguição”, por haver, à frente da Decasp, descoberto irregularidades em licitações e prendido e indiciado políticos, policiais militares, empresários e funcionários públicos.

O deputado pernambucano justificou o requerimento pela necessidade de, “em nome da transparência”, a corregedora detalhar relatório do Ministério Público de Pernambuco sobre supostas irregularidades na Decasp e “esclarecer as medidas adotadas diante das constatações do MP”.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou hoje (terça, 13) requerimento do deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) convidando a corregedora geral da secretaria de Defesa Social (SDS), Carla Patrícia da Cunha, a explicar auditorias na extinta Delegacia de Polícia de Crimes Contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp). As auditorias foram usadas para abertura de inquérito contra a delegada Patrícia Domingos, titular da Decasp quando foi extinta, em novembro passado.

“Há auditorias que vêm desde 1980, quando Patrícia Domingos sequer era nascida”, declarou Rodolfo, para quem a instauração de processo administrativo contra a delegada configura “clara perseguição”, por haver, à frente da Decasp, descoberto irregularidades em licitações e prendido e indiciado políticos, policiais militares, empresários e funcionários públicos.
O deputado pernambucano justificou o requerimento pela necessidade de, “em nome da transparência”, a corregedora detalhar relatório do Ministério Público de Pernambuco sobre supostas irregularidades na Decasp e “esclarecer as medidas adotadas diante das constatações do MP”.

A iniciativa de Rodolfo foi elogiada na Comissão pelos deputados Delegado Antonio Furtado (PSL-RJ) e Hélio Costa (PRB-SC). Para o deputado carioca, “anos e anos de auditoria não podem ser imputadas a uma só delegada”. Já o deputado catarinense considerou que Patrícia Domingos “está sendo vítima do Poder vigente”.
Para o deputado carioca, “anos e anos de auditoria não podem ser imputadas a uma só delegada”. Já o deputado catarinense considerou que Patrícia Domingos “está sendo vítima do Poder vigente”.


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