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Imagem: Foto: Divulgação

Partido Comunista do Brasil tenta impedir carteira estudantil gratuita

Na prática, o novo modelo gratuito apresentado pelo governo do presidente da República, Jair Bolsonaro, acaba com as principais fontes de financiamento das duas entidades, que são controladas há mais de duas décadas pelo partido.
Por Sandro de Moura - 07 De Outubro De 2019, 11:54 AM


O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) apresentou 55 das 163 emendas à medida provisória que acaba com a exclusividade da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) na emissão de carteirinhas estudantis.

O líder do partido na Câmara, Orlando Silva, e o deputado Renildo Calheiros, são alguns dos principais autores de emendas do PCdoB, informa a revista Crusoé.

Na prática, o novo modelo gratuito apresentado pelo governo do presidente da República, Jair Bolsonaro, acaba com as principais fontes de financiamento das duas entidades, que são controladas há mais de duas décadas pelo partido.
A iniciativa do governo Bolsonaro prevê a emissão gratuita do documento por um aplicativo baixado em aparelhos celulares. Para quem quiser um documento físico, a Caixa Econômica Federal (CEF) emitirá sem cobrança.

Quando assinou a medida provisória, Bolsonaro a chamou de “MP da Liberdade Estudantil”, dizendo que quem perderia com as mudanças seriam apenas “movimentos de estudantes que não estudam, ligados a partidos políticos”.


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