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Imagem: Arte: RBN

HOJE É DIA DOS MORTOS. MARCHA PELA FAMÍLIA E CONTRA AS DROGAS NESTE DOMINGO, É PELA MANUTENÇÃO DA VIDA

O movimento vem crescendo pelo Brasil com adesões em todos os estados.
Por Marcelo Jorge - 02 De Novembro De 2019, 01:39 PM


Neste 02 de novembro, quando a humanidade dá uma pausa na vida para relembrar os mortos, não podemos ficar alheios às tristes estatísticas que por vezes banalizadas, retratam a realidade mundial: Enquanto o consumo de drogas causa mais mortes do que nunca, o mercado (ilegal) bate recordes. Essas são as duas principais conclusões do mais recente Relatório Mundial sobre Drogas da Organização das Nações Unidas (ONU), apresentado em junho último, em Viena. Os números são alarmantes.

Segundo matéria publicada no portal A ONU elevou a sua estimativa de mortes vinculadas ao consumo de drogas no mundo para 585 mil em 2017, acima dos 450 mil óbitos que ocorreram em 2015. E no Brasil, a situação não difere. O acréscimo da violência urbana está intrinsecamente relacionada com a venda e o consumo de drogas e agora com um agravante: algumas instituições entre elas o STF – Supremo Tribunal Federal - , discute a descriminalização de todas as drogas, iniciando pela maconha que segundo um pensamento equivocado tem atributos medicinais, fator cientificamente negado, já que apenas o canabidiol, substancia presente no entorpecente e extraída da erva pode, desde que processada industrialmente, vir a compor uma medicação específica.

MARCHA

Enquanto este sábado (02/11) leva entes queridos aos cemitérios em todo o país, este domingo (03), quer ser uma marcha para longe das drogas e das necrópoles. O movimento denominado ‘Marcha pela família e contra as drogas’ é apolítico e visa mobilizar a sociedade em todo o país para os malefícios a família, caso a decisão da Suprema Corte se concretize.
De forma pacífica, a ideia é mostrar a todos os simpatizantes da liberação das drogas que a família brasileira é contrária ao pensamento de permitir mais deste veneno nas ruas e o recado ao STF é que a sociedade é a razão maior da existência das instituições e não o contrário.


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